Outros Olhares

Oriranti

Crítica interpreta “Oriranti”, de Petyta Reis, como uma reflexão sobre memória e tecnologia, em que a inteligência artificial opera como dispositivo de reativação de experiências marcadas pelo racismo, tensionando passado, corpo e futuro.

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A sombra de um futuro

Crítica destaca “A Sombra de Um Futuro”, de Gabriel Borges, como um curta afrofuturista que articula sonho, tecnologia e subjetividade para tensionar a experiência de pessoas negras, combinando rigor visual e narrativa inquietante.

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Rapsódia em Azul: coreografia da percepção

Crítica examina “Rapsódia em Azul”, de Marina Barancelli, como uma construção coreográfica da percepção que tensiona visibilidade e apagamento do corpo negro, articulando dança, memória e violência no espaço cênico.

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A coletividade é refúgio dos sonhos

Crítica aborda “Ainda escuto o céu embaixo d’água”, de direção coletiva, como um gesto poético e político que articula travestilidade, ancestralidade e coletividade, afirmando o sonho como espaço de resistência e existência.

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Em busca da riqueza (quase) esquecida

Crítica lê “Em busca da riqueza (quase) esquecida”, de Naira Soares, como um gesto de escuta e partilha que mobiliza memória, ancestralidade e território para afirmar o cinema como espaço de preservação e reinvenção das histórias negras.

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